Mobile, opinião

O Futuro dos Jogos de Celular



Que o mercado de videogames portáteis vai bem todo mundo sabe. Mercado esse que a Nintendo sempre dominou e agora tem a Sony como rival que, ainda assim, não tira seu domínio.

E o mundo dos jogos para celulares e outros dispositivos portáteis?

Esse parece que está começando a amadurecer.

Desde que a plataforma Java chegou ao celular muito se falou em “jogos para celulares”, mas pouco se viu. Por exemplo, nos meus 2 celulares anteriores que rodavam aplicativos Java dezenas de jogos foram instalados e 90% deles eram completamente descartáveis.

Não dá. Joguinhos lentos com jogabilidade fraca e bugs em excesso não são um bom atrativo. Muitas vezes os jogos rodavam em um aparelho e em outro não. Claro que o fato desses dispositivos terem sido criados para outro foco prejudica a experiência do jogador e ajuda na lentidão, pois o hardware não foi feito especficamente para aplicativos gráficos.

As coisas começaram a mudar com a plataforma N-Gage da Nokia (que foi um fracasso, mas mostrou a capacidade que celulares mais potentes da época tinham) e com o lançamento do iPhone.

Este ano o mercado deu passos importantes para a evolução dessa área nestes dispositivos. A Qualcomm lançou o Snapdragon, processador baseado na arquitetura ARM e que chega a 1ghz ou até 1,5ghz com dois núcleos. O Snapdragon já está saindo em vários smartphones desde a metade de 2009. Inclusive nos badalados Motorola Droid, HTC Nexus One, aquele que os rumores dizem ser o Google Phone e o Sony Ericsson Xperia X10. Com esse processador esses dispositios são capazes de capturar e reproduzir vídeos em 720p.

Snapdragon

Electopia rodando sobre um HTC HD2 equipado com Snapdragon Continue lendo

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Flash utilizará aceleração de GPU

Aviso: Essa notícia já não é tão recente, mas, como já escrevi, vai assim mesmo.

Coincidentemente logo após um post sobre jogos em Javascript (e de ter zuado o Flash) me deparo com tal notícia: Flash utilizará aceleração de GPU.

O lançamento do processador Intel Atom impulsionou ainda mais o crescimento do mercado de portáteis, produtos como smartphones, tablets e, neste caso, principalmente os Netbooks.

Tais produtos possuem performance satisfatórias para execução de aplicativos que utilizam de recursos gráficos. E em alguns casos esses aplicativos utilizam de recursos do hardware específico para processamento gráfico fazendo com que eles possam rodar fluidamente e libera a CPU de certo esforço.

Os portáteis atuais tem forte apelo para a conectividade com a internet. Não há nada melhor que assistir uns vídeos do Youtube num celular ou netbook enquanto você está no ônibus ou esperando numa fila. O problema é que o Flash não faz uso da GPU (processador gráfico) e a experiência de ver um simples vídeo nesses dispositivos é parecida com assistir uma sequência de slides com fotos.

Porém a Adobe anunciou uma versão beta do Flash 10.1 que utilizará aceleração da GPU. Agora podemos esperar pela possibilidade de assistir vídeos e jogar aquele joguinho de flash em nossos portáteis.

Dado a popularidade do Flash, o mundo dos gadgets agradece essa notícia.

Fonte: http://techreport.com/articles.x/18065

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Crystal Galaxy e jogos em JavaScript

Regularmente entro num site que possui alguns exemplos do que podemos fazer com as ferramentas e padrões da web. De preferência os novos padrões ou novas utilidades.

É o www.chromeexperiments.com, que entrou no ar junto com a chegada do Chrome para mostrar como o motor JavaScript do Chrome é eficiente e como o navegador está por dentro dos novos padrões da Web.

Hoje, entrando lá, descobri um jogo que me entreteu o suficiente para fazer um post protagonizado por ele.

É o Crystal Galaxy, um shooter espacial 2D e experimental desenvolvido usando puro JavaScript / DHTML motor de jogo.

Clique na imagem para ir à página do Jogo

Um joguinho bem legal e o mais importante, leve. Foi o que chamou minha atenção, pois assim o jogo flui muito bem e isso eleva bastante a jogabilidade. Jogos em flash costumam ser mais travados (acho que tudo da Adobe é pesado) o que estraga um pouco a jogabilidade e reduz possibilidades.

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